terça-feira, 30 de junho de 2015

O bom exemplo constitui o melhor e mais eficaz sistema de educar os filhos.






Pequeno, porém poderoso, texto de Ronald Russel para reflexão sobre a nossa relação com os nossos pais, a educação das crianças e o descobrir de que na grande maioria somos SOBREVIVENTES.

“A criança que vive com o ridículo aprende a ser tímida. 

A criança que vive com crítica aprende a condenar.

A criança que vive com suspeita aprende a ser falsa.

A criança que vive com antagonismo aprende a ser hostil.

A criança que vive com afeição aprende a amar.

A criança que vive com estímulo aprende a confiar.

A criança que vive com a verdade aprende a ser justa.

A criança que vive com o elogio aprende a dar valor.

A criança que vive com generosidade aprende a repartir.

A criança que vive com o saber aprende a conhecer.

A criança que vive com paciência aprende a tolerância.

A criança que vive com felicidade conhecerá o amor e a beleza.”


O sobrevivente viveu com o ridículo e tornou-se um propagador da vida, do belo, da esperança!
O sobrevivente viveu com a crítica e aprendeu a ensinar, delegar, confiar!
O sobrevivente viveu a suspeita e aprendeu a discernir, a ética, a moral!
O sobrevivente viveu o antagonismo e aprendeu a por tudo que está de pernas para o ar no seu lugar! Um lugar de fé e esperança!


E mesmo que tenha faltado empatia, afecto, estímulo, verdade, elogio, confiança,
generosidade, paciência e paz; o sobrevivente RECONHECEU, desde cedo, estas FALTAS e construiu-as com FIOS DOURADOS no seu CORAÇÂO, acreditando que poderia fazer a diferença para construir um Mundo melhor.

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Ame-se e realize o seu pleno potencial


Todos nós passamos por períodos na vida onde imaginamos como alcançaremos o propósito de nossa vida, ou se temos um propósito. Pode parecer que falta alguma coisa nas nossas vidas e não sabemos como preencher esse vazio.

Alguns podem recorrer às drogas, a relacionamentos doentios, ou outros comportamentos auto-destrutivos numa tentativa de dar sentido às nossas vidas. Talvez acreditemos que não temos o direito de pedir mais ou parece que não há nada mais do que o que podemos ver a nossa frente. Mas cada um de nós merece o melhor que a vida tem a oferecer.

Mudar a sua mente é o primeiro passo para manifestar o melhor na sua vida.

Lembre-se de que a felicidade não é algo que possa ser encontrado "lá fora".
Ela pode somente vir de dentro, através do amor próprio e da aceitação. Aprenda a se amar e a confiar na Inteligência Divina dentro de você. O Universo lhe trará o que você precisa se simplesmente o permitir.

Espero que este artigo o inspire a ver o propósito maior da sua própria vida e o motive a realizar o seu pleno potencial. 


DEZ PASSOS PARA SE AMAR
Por Louise Hay


1 - Parem com toda a crítica - A crítica nunca muda nada.

Recusem-se a criticar. Aceitem-se exatamente como  são. Todos mudam. Quando  se criticam, as suas mudanças são negativas. Quando se aprovam, as suas mudanças são positivas.


2 - Não se atormentem - Parem de se aterrorizar com os seus pensamentos.

Encontrem uma imagem mental que lhes dê prazer e imediatamente desviem os seus pensamentos para algo agradável.


3 - Sejam gentis, bondosos e pacientes - Tratem-se com paciência, gentileza e bondade.

Tratem-se como fariam com alguém a quem amassem.


4 - Sejam gentis com a vossa mente - Odiar-se é somente odiar os próprios pensamentos.

Mudem gentilmente os seus pensamentos para pensamentos mais amorosos.


5 - Elogiem-se - A autocrítica deprime o espírito interior.

A exaltação edifica-o. Afirmem a vocês mesmos como é apropriado o que estão a fazer com tudo.


6 - Apoiem-se - Aproximem-se dos amigos e permitam que eles os ajudem.

Ser forte é pedir ajuda quando mais precisam.


7 - Sejam amorosos com os seus pontos negativos - Reconheçam que os criaram para satisfazer uma necessidade.

Agora estão a encontrar novas maneiras positivas de preencherem estas necessidades. Libertem os velhos padrões.


8 - Cuidem do seu corpo - Aprendam sobre nutrição.

O que o seu corpo necessita para ter a energia e a vitalidade ideal? Aprendam sobre exercícios, sobre nutrição, sobre meditação. Estimem o templo em que vocês vivem.


9 - Trabalho do Espelho - Olhem dentro dos seus olhos frequentemente.

Expressem o sentido crescente do amor que sentem por vocês mesmos. Perdoem-se por tudo, enquanto se olham no espelho. Uma vez ao dia digam, "Eu me amo" para vocês mesmos no espelho.


10- Façam-no Agora - Não esperem até ficarem  bem, percam peso ou recebam um novo emprego.

Comecem agora, façam o melhor que puderem.


Fonte: Extraído do Livro "Criando uma Abordagem Positiva" por Louise Hay 
http://sementesdasestrelas.blogspot.pt/2014/08/louise-hay-dez-passos-para-se-amar-voce.html

quarta-feira, 17 de junho de 2015

O écran que hipnotisa


“Para um número significativo de pessoas, ver televisão é algo “relaxante”. Observe-se e verá que, quanto mais tempo a sua atenção estiver focada na televisão, mais a sua atividade intelectual se mantém suspensa.
Por longos períodos estará a assistir a programas de entrevistas, jogos, shows de variedades, quadros de humor e até mesmo a anúncios sem que quase nenhum pensamento seja gerado pela sua mente.
Não só deixa de se lembrar dos seus problemas como se torna livre de si mesmo por um tempo – e o que poderia ser mais relaxante do que isso? 

Então ver televisão cria o espaço interior? Será que isso nos faz entrar no estado de presença?
 
Infelizmente, não é o que acontece. Embora a mente possa ficar sem produzir nenhum pensamento por algum tempo, ela permanece ligada à atividade do pensamento do programa que está a ser traasmitido. Mantém-se associada à versão televisiva da mente coletiva e segue absorvendo os seus pensamentos. A sua inatividade é apenas no sentido de que ela não está a gerar pensamentos. No entanto, continua a assimilar os pensamentos e as imagens que chegam ao pequeno ecran. Isso induz um estado passivo semelhante ao transe, que aumenta a suscetibilidade, e não é diferente da hipnose.

É por isso que a televisão se presta à manipulação da “opinião pública”, como é do conhecimento de políticos, de grupos que defendem interesses específicos e de anunciantes – eles gastam fortunas para nos prender no estado de inconsciência receptiva. Querem que os seus pensamentos se tornem nos nossos pensamentos e, em geral, conseguem.
Portanto, quando estamos a ver televisão, a nossa tendência é cair abaixo do nível do pensamento, e não nos posicionarmos acima dele. A TV tem isso em comum com o álcool e com determinadas drogas. Embora ela nos proporcione um pouco de alívio em relação à mente, mais uma vez pagamos um preço alto: a perda da consciência. Assim como as drogas, essa distração tem uma grande capacidade de viciar.
Procuramos o controle remoto para mudar de canal e, em vez disso, vemo-nos a percorrer todos os canais em loop.
Meia hora ou uma hora mais tarde, ainda estamos ali, passeando pelos canais. O botão de desligar é o único que nosso dedo parece incapaz de apertar. Continuamos a olhar para o ecran. Porém, não porque algo significativo tenha chamado a nossa atenção, e sim porque não há nada interessante a ser transmitido. Depois de sermos apanhados, quanto mais trivial e mais sem sentido é o programa, mais intenso se torna nosso vício. Se isso fosse estimulante para o pensamento, motivaria a nossa mente a pensar por si mesma de novo, o que é algo mais consciente e, portanto, preferível a um transe induzido pela televisão. Dessa maneira, a nossa atenção deixaria de ser prisioneira das imagens da TV
.
O conteúdo da programação, caso apresente alguma qualidade, pode até certo ponto neutralizar, e algumas vezes até mesmo desfazer, o efeito hipnótico e entorpecedor da TV. Existem determinados programas que são de uma utilidade extrema para muitas pessoas – mudam a sua vida para melhor, abrem o seu coração, fazem com que se tornem mais conscientes.

Há também algumas atrações humorísticas que acabam por ser espirituais, mesmo que não tenham essa intenção, por mostrarem uma versão caricata da insensatez humana e do ego.
Elas ensinam-nos a não levar nada muito a sério, a permitir um pouco mais de descontração e leveza na nossa vida. E, acima de tudo, ensinam-nos isso enquanto nos fazem rir. O riso tem uma extraordinária capacidade de libertar e curar. Contudo, a maior parte do que é exibido na televisão ainda está nas mãos de pessoas que são totalmente dominadas pelo ego.

Assim, a intenção oculta da TV é de nos controlar deixando-nos num modo sonolento, isto é, deixando-nos inconscientes. Evite assistir a programas e anúncios que o agridam com uma rápida sucessão de imagens que mudam a cada dois ou três segundos ou menos. O hábito de assistir à televisão em excesso e esses programas em particular são duas causas importantes do transtorno de défice de atenção, um distúrbio mental que vem a afetar milhões de crianças em todo o mundo.
A atenção deficiente, de curta duração, torna todos os nossos relacionamentos e percepções superficiais e insatisfatórios. Qualquer coisa que façamos nesse estado, qualquer ação que executemos, carece de qualidade, pois a qualidade requer atenção.
O hábito de ver televisão com frequência e por longos períodos não só nos deixa inconscientes como induz a passividade e drena a nossa energia. Portanto, em vez de assistir à TV ao acaso, escolha os programas que despertam o seu interesse. Enquanto estiver diante dela, procure sentir a vívida atividade dentro do seu corpo – faça isso sempre  que se lembrar. De vez em quando, tome consciência da sua respiração.
Desvie os olhos da TV em intervalos regulares, pois isso evitará que ela monopolize completamente o seu sentido da visão. Não ajuste o volume acima do necessário para que a televisão não o domine também a nível auditivo.
Tire o som durante os intervalos. Procure não dormir logo após desligar o aparelho ou, ainda pior, adormecer com ele ligado.”

Por Eckhart Tolle
O Despertar de Uma Nova Consciência